os ambulatórios a receber, no que restam dos rostos, reticentes, os sorrisos enfraquecidos contra os prejuízos da última incursão em território hostil/ os monges-soldados, comandados por líderes santificados, vestem coletes de explosivos contra os próprios corações/ ao fim de cada batalha, recolhem-se aos hospitais do corpo, com o espírito sempre em guarda e aptos ao combate além da carne/ descansam os músculos e membros, mas treinam a guerra mais extrema em outro nível da alma, em outro teatro de operações, interno, secreto, indevassável ao inimigo/ e ainda que o inimigo esteja dentro de si mesmo, é nada além de uma única parcela humana ou persona non grata a ser revolucionada erro após erro após erro, como um seixo rolado é liso e sereno por sob as águas do rio mais violento (mas áspero como o sedimento presumidamente irremovível)/ uma vez recuperados, recolocam-se no coração mecânico do conflito apenas como mais uma pequenina engrenagem da dor, acoplada à máquina maior...
( the war must
go on /
the mushroom
must grow old /
the show...? )













